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Ask The Dust - moda, cultura, comportamento

Milão Inverno 2010 – Dia 02 26/02/10

DSquared2


Os irmãos Dean e Dan Catten acionam nesse inverno uma estética vamp à sua coleção feminina. Ainda que bem construída a coleção ficou sentida de elementos comuns à marca como a mistura do esportivo mais alegre com peças de teor que passei pelo mundo preppy. Ainda assim as mulheres da DSqured2 são sexys com peças basicamente em preto pontuado por um vermelho nas meias de látex. Nesse caminho a marca caí numa linha onde o perfume secretária empresta seus ares na maioria dos conjuntos de saias lápis e blusas. Mais interessante é o trabalho em couro com vestidos de mangas compridas que ganham aplicações de correntes ou acontecem lisos, com abotoamento frontal ou detalhe nos ombros. Inserções de um masculino estão bem representadas na alfaiataria de paletós acinturados e desconstruídos. Essa alfaiataria ainda ganha alguns vestidos com trabalho de volume na saia. É uma coleção que se vale de elementos simples, não existe um trabalho árduo de styling na construção da imagem da marca e perde em alguns sentidos o caráter do DNA da marca. 

Versace

 


Donatella Versace aposta nos recortes e fendas nesse inverno para construir a coleção da Versace. O fio condutor da marca passa pelo sexy com um tom exagerado às vezes, dessa vez essa e
rotização ganhou ares maduros que vem sendo exercitada já em suas coleções anteriores. A proposta desse inverno se vale de recortes em especial nas calças justas com patch de couro e nos vestidos em malha bem curtos com recortes geométricos. Há também um mix de texturas que uriliza detalhes em peles com tecidos de aspecto chapado. Inserções de futurismo também não é novidade na Versace e nessa coleção ganham vestidos de roites em recortes geometrizados com tecidos de brilho metálico. Aliás a geometria ganha força nas construções da marca com saias assimétricas, recortes angulosos e fendas e vazados inesperados. 

Jil Sander

 


O mérito de Raf Simons, nessa temporada, está na ótima proposta de alfaiataria desconstruída em vestidos que têm de tudo para virar hit imediato. É uma pena que desse exercício tenha acontecido somente duas peças. Em contrapartida há terninhos enxutos e tallieurs em xadrez. Nessa onda a marca também apresenta macaquinhos em corte de alfaiataria e vestidos retos de padronagem xadrez mais esmaecidos. A Jil Sander é conhecida por seu minimalismo preciso e nessa coleção enxuga o máximo de elementos que poderiam parecer supérfluos na coleção, o que sobrou foram looks diretos que acabam por não dialogar com outros elementos e parecem distantes do que se espera e do que já se viu na marca. 

Por André Chaves

Cê Jura! 26/02/10

Hoje no Dama de Ferro rola a primeira edição da festa Jura e promete animar o pessoal até as 10 da manhã. Você jura que vai perder??? 

Line
Cau Lopez
Renato Bastos
Breno Ung
Márcio Careca

$15 até 1h na lista amiga
$20 após 1h na lista amiga
$35 a noite toda
$25 after a partir das 5h da manhã

Seja esperto e coloque seu nome na lista pelo e-mail: listadodama@gmail.com

Por André Chaves

Milão Inverno 2010 – Dia 01 26/02/10

Prada

Miuccia Prada, nesta temporada, evoca uma essência extremamente feminina em sua coleção para a Prada. Vestidos, saias e casacos longos ganham comprimento que vai até o joelho e acionam uma estética ladylike com base nos anos 60. Se as peças ganham corte simples em tecidos como lã são os enfeites como os babados nos decotes que aderem informação adicional às peças. Ainda assim a marca aposta numa limpeza quase minimalista onde as calças cropped acompanham camisetinhas num mesmo padrão de estampa. É interessante a reviravolta austera desse inverno que rejeita por completo o frescor da temporada passada. Misturas bacanas de tricô e tecidos de caráter plástico convivem com harmonia. Há também uma sutileza nos recortes abaixo do busto em vestidos que são cobertos pelos mesmos babados já mencionados acima aplicados na área do decote das peças. Há também elementos revisitados do próprio acervo da marca como os vestidos em saia godê com padronagem xadrez e os casacos de abotoamento duplo e barra canelada. A marca ainda eleva a cor camelo ao status de hit desse inverno com peças como saia e casaco de aspecto cremoso e brilhante. Se um quê romãntico ensaia um retorno nessa temporada, a Prada investe numa coleção feminina porém auestera sem elementos profusos e numa construção mais clean. 

D&G

 


Domenico Dolce e Stefano Gabbana pegam carona na coleção masculina da D&G ao exercitar sua porção invernal com peças onde tricô e peles encabeçam a maioria dos looks. Os motivos que aparecem nos suéteres viraram estampa também em tecidos fluidos e em se falando da peça a marca investe no tricô em camisas, maiôs, peças inetiriças e até em shorts bem espertos. Há até uma versão com recortes de ligerie usado com saia rendada. Não é o melhor trabalho da dupla porém sinaliza o bom trabalho no campo do handmade com as peças em tricô. No final uma série de vestidos e saias longas em tecido branco transparente poderia muito facilmente representar a neve e os estilista acertam ao construir essa imagem com alguns paletós de alfaiataria e gravatinhas em forma de laço. 

Just Cavalli

 


Roberto Cavalli sabe o que suas clientes querem. O máximo da coleção de inverno de sua segunda linha, a Just Cavalli, se sustenta nas sobreposições. Esses elementos acompanham uma estética profusa de estampa de leopardo em cores fortes como vermelho e azulão. Pode parecer demais porém a marca tem seu jeito único de combinar essas peças. Em contrapartida há versões de casacos que viram vestidos e que são adornados com pele em suas golas, nada muito diferente do que temos visto por aí. O tricô ganha tratamento especial com suéteres feitos em patch de cores e texturas diferentes, deu certo e é uma das melhores peças da coleção. O estilista escorrega quando deixa o espírito teen de ser de lado e investe numa imagem sexy que parece forçada tanto no vestido justo e curto com recorte de lingerie quanto nas calça colada com elementos nos quadris que pecou na construção mal executada. A salvação está na sequência final de vestidos em preto com babadinhos e transparências leve. Olhando como um todo o inverno da marca se perde entre propostas que mudam de um look para o outro. Do melhor fico com a sequência inicial que abusa de informação traduzida nas sobreposições de saias, calças, meias, camisetas e casacos. 

Por André Chaves

Unhas de jóias 25/02/10

Coleção Risqué Jóias Místicas, cada esmalte R$2,50 em média

 

A parceria entre a Risqué e o estilista Reinaldo Lourenço anda redendo bons frutos. Em sua 12° colaboração o estilista se vale das pedras preciosas e cria coleção de esmaltes divididas entre uma estética fosca de aspecto aveludado e outra brilhante. O resultado é a linha Risqué Jóias Místicas que foi pré-lançada no desfile de inverno do estilista e que chega às lojas em março. Das cores foscas saem 3 tonalidades: pedra granada ( vermelho terroso acetinado ), topásio púrpura ( um roxo em tom aberto ) e lápis lazuli ( azul forte ). Da família dos brilhantes saem: diamante roxo, citrino nude ( em ton nude ) e turmalina ( vinho rosado ). Aposto que as cores não vão sair das unhas da mulheres mais descoladas nesse inverno. 

Por André Chaves

Londres Inverno 2010 – Parte 02 24/02/10

Christopher Kane


Christoher Kane trabalha um leve perfume romântico de forma peculiar nesse inverno. Se as formas trazem uma aura mais jovial e flerta com um quê inocente cabe aos materiais usados aderirem um ar sexy e trangressor. Comecemos com o preto que pontuou toda a coleção nas camisarias em renda, na alfaiataria com paletós mais longos, nos suéteres com apelo colegial e no couro que fez um bom fundo para os bordados em floral proposto pela marca. Aliás são esses bordados em linha os responsáveis pela presença de cores na coleção, são delicados e enfeitam até as botas da marca. Kane mostra um apuro na mistura de tecidos ( e texturas ) onde couro e renda convivem pacificamente num mesmo vestido de saia reta. Além disso brinca com a estética brilho x fosco com a brilhante com vinil que se mistura a tecidos planos e com a transparência ( em preto ) que ganha a camisaria e peças que no desfile acontecem usadas com paletós bem cortados. Há ainda uma intenção que passeia pela indumentária japonesa nos vestidos de gola fechada que ganham forças com os motivos florais bordados. Além desse artifício, a renda já mencionada acima, vira mangas curtinhas e recortes provocantes em vestidos que ainda ganham elementos vindos do universo da lingerie. Nessa coleção a marca aciona, com sutileza ímpar, um sexy que não cai em nenhum momento no vulgar.

Burbery Prorsum 

 


Conhecida pelos casacos estilo trench coat que fez fama à marca, Christopher Bailey, estilista da Burbery não teve problemas em acionar o seu lado mais militar nessa temporada. É daí que as melhores peças desse inverno são, indubitavelmente, os casacos. Longos, com golas estratosféricas, de caráter militar em suas construções ou até mais secos em versão jaquetinha. Os trench coats mencionados no início da resenha ganham forro de pele até virarem do material do forro completamente no final do desfile. Com tantas coberturas o “recheio” meio que passa batido e o estilista investe em coisas já vistas como vestidos justos e drapeados ou em “pedaços”, peças bobinhas em renda como camisa social, camisas com faixas de tecidos, camisa social fazendo ás vezes de chemise e um perfume que paira no ar dos anos 40 em caráter pós-guerra que celebra um militar como só a marca sabe fazer. O problema é que ficou fácil relacionar nessa temporada um único item á proposta da Burberry: os casacos. 

Basso and Brooke

 


Nada é somente uma peça quando se trata da coleção de Bruno Basso e Christopher Brooke. Há sempre um diferencial de estamparia, área onde a marca ficou famosa, que agrega outros predicados à coleção. Dessa vez não foi diferente mais a dupla desiste de equação quase certeira onde crash de estampas + vestidos leves e fluidos = sucesso. Isso fica evidente, por exemplo, no casaco sem gola e aboatoamento diagonal no melhor da paleta de neutros. Eles tentam também, com sorte, inserções de estampas mais sérias em tons mais sóbrios que agradam imitando dobras de tecidos. Ainda assim são as estampas o que mais chamam atenção e melhore acontecem em vestidos justos que ganham recortes mais retos e geometrizados. 

Issa

 


A brasileira Daniella Issa sabe muito bem o que suas clientes ( celebridades os não ) querem. Sabendo disso destaco os dois elementos que acabam por ressaltar a coleção de inverno da Issa: as boas misturas de tricô com renda em vestido curto e as jaquetas em matelassê paetizadas nos ombros e bolsos. O resto da coleção passa com vestidos bacaninhas que ganham repuxo em forma de rosa e volumes bem apresentados. A estilista poderia ter trabalhado mais a estética que aparece em uma única peça como no vestido todo paetizado com estampa geometrizada. É o tipo de coleção que a clientela ( celebridades ou não ) gostam, vão direto para o guarda-roupa e todos ( clientela e marca ) ficam felizes. 

Mary Katrantzou

 


Minimalismos à parte, Mary Katrantzou se inspira no rococó e pinturas de Fragonard. Como o período que serviu de temática para o seu inverno as estampas são profusas de informações mas isso não tomba a coleção pois a estilista domina, e muito bem!, a área da estamparia. O problema quando se tem esse artifício na manga é deixar as formas para escanteio. Katrantzou não teve nenhum problema com isso apesar de ainda leigas a estilista se propôs bons exercícios na qual não se deu tão mal assim. É bom quando mangas excedem os limites da roupa, assim como uma boa mistura de transparência com bordados de jóias que em muito lembram lustres do período. A estilista nessa temporada se sai melhor nos vestidos mais formais de comprimento curto com recortes drapeados e babados em lugares inusitados. 

Por André Chaves

Meio à mostra 24/02/10

Pernas de fora? Giulia Borges, Rodarte e R.Groove

Que as meias finas são o artifício perfeito para driblar o frio nesse inverno não há dúvida. Porém um não tão novo elemento tem aparecido em desfiles sinalizando uma nova alternativa ás meias. Calças inspiradas no vestuário das odaliscas apareceram nessa temporada primeiro no desfile de Giulia Borges, em clima mais lolita e padronagem de poá. A estilista se valeu da idéia para juntar num mesmo look peças de caráter fetichista que acabaram infantilizadas pelo adereço. Já na Rodarte as irmãs Mulleavy se valeram da idéia em ótimas peças com bordados que casavam com os vestidos cheios de elementos como patchs, drapeados e recortes. 

E se a onda é usar calças com uma leveza no grau de opacidade a R.Groove apresentou a versão masculina desse estilo que foge do caráter odalisca e ganha versão em streetwear. O tecido da marca ainda ganha processo que deixa a peça com cara molhada. Ainda que mais difícil de acontecer no guarda-roupa dos rapazes a marca apostou na peça que abriu a apresentação de inverno.

O bacana é se valer das sobreposições com as peças que casam tão bem com vestidos quanto com saias. O importante é escolher peças com um diferencial, e aí valem bordados ou aplicação de brilhos, as mais lisas podem ficar, fatalmente, com cara de fantasia de carnaval. Nessas horas os tons neutros como branco e preto falam mais alto.

Por André Chaves

Londres Inverno 2010 – Parte 01 24/02/10

Marios Schwab


Marios Schwab toma carona na metade de sua descendência australiana e se inspira nos uniformes típicos do país. É das desconstruções dessas peças que o estilista sustenta a sua coleção. Nessa temporada não existe espaço para estruturas e recortes que remetem a um futurismo quase científico e em detrimento a isso o estilista aciona uma estética comportamental mais leve. Isso fica evidente nos vestidos comportados com patch de tecidos diferentes que acabam por formar uma peça única como as salopetes que recortam as peças e que, na verdade, faz parte de um mesmo todo. Para balancear o estilista se vale dos vestidos mais fluidos em caimento drapeado e com elementos de amarração. Marios Schwab é um dos poucos estilistas que proporciona uma estética sexy nada óbvia e isso se traduz nos recortes que mostram uma parte pequena de bustos e braços. A menina dos olhos são os looks que ganham uma espécie de peitilho-armadura em caráter mais rígido como uma desconstrução da camisa social. Numa apresentação de vestidos e peças de aparência mais fresca ( até para um inverno) os casacos peludos são menos desejáveis. 

Duro Olowu


Se as estampas acontecem mais amenas nessa temporada para Duro Olowu as combinações espertas do que a marca produziu segurou um inverno mais chique de peças menos fluídas e casacos imponentes. O look book apresentado pelo estilista chama atenção pelo mix de padrões e e grafismos nas estampas que compõem os looks assim como uma preocupação com boas peças construídas com volumes e uma boa técnica no tricô em vestidos e casacos. O inverno dá uma revisitada no streetwear com os casacões de capuz que, aliás, ganha até vestidos de corte mais reto e simples. No final um floral meio perdido divide atenção com peças mais pop e melhor acontece quando usado misturado as outras estampas da coleção.

Julien Macdonald


Para esse inverno Julien Macdonald investe em duas temáticas extremamente fetichistas: a montaria e a lingerie. A mistura desses dois mundos acionou uma estética que beira o vulgar em sua coleção com acertos e erros que num todo acaba por passar batido e até agrada. O “pesado” fica com as peças onde entra a renda, que acabou por confundir o looks com profusão do tecido e se saí melhor quando assume um caráter camisola em corte mais simplista. Já na área da montaria o estilista se sai melhor ( ou mais leve ) com as botas típicas usadas com calças espertamente com zíperes frontais na pernas além da alfaiataria com um quê desconstruído que mostrou um bom apuro na coleção. Capas com elementos inspirados em celas também dividem a cena. O estilista se complica quando tudo num mesmo look é muito sexy, desde a saia estilo colegial curta com babados em tecido que apresenta transparência até o vestido em fios tramados. As peças em tricô de pontos grossos são bacanas, aderem volume e funcionam na maioria das vezes em que aparecem assim como os casacos e casaquetos em alfaiataria que na mão do estilista ganharam ares mais modernosos.

Mathew Williamson


Mathew Williamson é o nome quando se fala em cores e design leve e jovial. Essa premissa parece estar incomodando o estilista que nesse inverno investiu em peças mais sérias em tecidos mais sérios como o tweed, por exemplo. Apesar disso o estilista dá mostras de suas capacidades já conhecidas em peças mais leves em tons vibrantes como pink e azulão. Mesmo assim foi bom ver a seriedade dessa coleção que traduz desejos numa alfaiataria mais informal com casaquetos de fechamento cascateantes e de um caráter que flerta com um militarismo sadio nas construções de algumas peças que são adornados por pêlos. Esperto que é, Williamson aciona as tendencinhas já sabidas de forma particular em vestido paetizado, boardado de caráter mais maduro e metalizados que acontecem até nas peças em tricô. Os vestidos finais com emendas de tecidos drapeadoas que formam mangas e corpo de vestidos poderiam ter aparecido mais e de formas mais variadas. O problema da marca é ainda apontar em várias direções e acabar por apresnetar opções de mais o que faz o foco expandir e acaba por confundir propostas. Mesmo assim foi um ótimo amadurecimento no trabalho de Mathew Williamson e sinaliza somente a ponta desse iceberg.

Por André Chaves

Kabô Chorare 23/02/10

A folia momesca acabou, o povo não foi embora e o calor continua no Rio de Janeiro, que não termina na faixa de areia e tem tudo o que uma grande cidade pode oferecer de bom e melhor para turistas e locais.

Um bom exemplo é o Centro Cultural Banco do Brasil onde está em cartaz até o dia 07 de março com curadoria de Fernando Cocchiarale a expo Parece Verdade do artista Caio Reisewitz que reune uma ótima seleção de fotografias de grande formato de lindas paisagens do Brasil e registros humanos de pura poesia.


Bloguista em momento “parece verdade”

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Logo depois ainda na 1° de Março no Centro Cultural da Justiça Eleitoral está em cartaz também até o dia 07 de março a Mostra Foto – Celular com 500 projeções de fotos do artista e idealizador do projeto Christian Caselli e outros finalistas do concurso. Cliques divertidos e sensacionais de pessoas, paisagens, objetos e tudo que um bom olhar e uma camêra de celular podem captar naqueles momentos que você menos espera. Vale muito o meu, seu, nosso confere! www.foto-celular.com



Por Jovian Vianna

Semana de Moda de NY – Parte 04 22/02/10

Marc Jacobs


Marc Jacobs apresentou nesse inverno uma das melhores e mais significativas coleções de sua carreira. Prezando por uma estética mais simples o estilista se vale de uma leitura romântica nesse inverno onde as saias de corte reto ou godê ganham comprimento até os joelhos. A marca está focada no produto e não há espaço para fantasias e excessos. Os anos 60 comandam o desfile em toda sua estrutura e todos os elementos que compõem esse inverno estão presentes: texturas, brilho, transparências que nas mãos de Marc Jacobs viram vestidos românticos, trench coat moderno e casacos e boleros de corte mais simples. 

A alfaiataria ganha lã fria em sua composição e é mais seca, bem cortada além de penetrar no universo masculino nos ternos propostos pela marca. Esse sentimento de conforto está latente na coleção desde sua trilha que reproduz uma versão de Somewhere over the rainbow do clássico O Mágico de Oz além dos vestidos c

om cara de camisola e cintura marcada. Para a noite as saias dos vestidos ficam mais longas e as peças ganham bordados em forma de laço, paetização e o veludo molhado assume papel fundamental. Pêlos invadem golas e punhos dos casacos e o suéter mais sequinho vira hit do desfile em versões neutras ou em tons pastel.

Calvin Klein 

 


O minimalismo que começa a insistir em aparecer seria uma boa oportunidade para Francisco Costa atraiar ainda mais atenção para a Calvin Klein. Porém a coleção que tem seus melhores momentos na alfaiataria deixa a desejar nessa temporada. Os ombros ganham estruturas arredondadas como nos paletós e vestidos de mangas longas. 

Aliás é um belo trabalho de mangas o que foi apresentado dando uma outra atenção ao resto das peças e que, sem elas, não seriam merecedoras de tanta atenção. Vale também os casacos com leve assimetria nos fechamentos. Vestidos retos que já passam batidos na marca e volumes em lugares inusitados acabaram por formar um desinteresse nas propostas da Calvin Klein que, em coleções passadas, já provou que o minimalismo pode sim ter como aliado a criatividade.

Rodarte

 


O México não convencional é o tema das irmãs da Rodarte. Explico: Laura e Kate Mulleavy dialogam sobre a fronteira mexicana com os Estados Unidos. As propostas apresentadas não fogem do que as criadoras andavam apresentando com muitos looks em camadas retorcidas, desastese uma estética mais in natura. Mas dessa vez o que poderia ter se tornado em uma apresentação sombria (em parte pelo tema escolhido) , acabou numa coleção de caráter mais romantizado e com um quê fantasioso. 

Estampas florais dividem vestidos de aspecto retalhado além dos patchs propostos com texturas opostas (liso x drapeado, por exemplo). Ainda que deixe a desejar às coleções passadas a Rodarte tem seu forte nos vestidos finais em branco e trabalho handmade profuso. Uma pitada à la mexicana foi sentida e acontecem logo no primeiro look com saia de padronagem colorida e mistura de estampas dos looks que se seguem. Texturas franjadas e tricotadas também acionam um aspecto de raiz mexicana mas até para essa cultura a fórmula das misturas da Rodarte pesou a mão e algumas peças são confusas. Ainda assim marca ganha pontos ao se arriscar e ao projetar a criatividade acima de tudo.

Por André Chaves

Campanhas Que Amamos 22/02/10


A dupla de fotógrafos Inez van Lamsweerde e Vinoodh Matadin estrelam e assinam a campanha masculina da Lanvin para o verão 2010. Vinoodh é o homem escolhido para representar a coleção criada por Alber Elbaz. Nas fotos Vinoodh aparece sozinho ou com Inez que tem o corpo nu e todo pintado.


Por André Chaves

Semana de Moda de NY – Parte 03 20/02/10

Donna Karan

A marca homônima de Donna Karan completa 25 anos e quem pensa que a coleção de inverno ganhou um sabor revival dos melhores momentos da marca, enganou-se. A estilista preferiu, ao invés disso, reinventar seus clássicos e focou em uma silhueta mais solta do corpo com volumes e rigidez contidos que juntos fizeram parte dos melhores momentos nos casacos de forma ovalada e de vestidos-saco em lã fria. As texturas fazem um contraponto importante nesse inverno da marca e assim acetinados convivem com lã, pêlos e outras peças em tecido encerado (esse na verdade é um dos acertos das peças que ganham brilho). A estilista investe também no drapeado que vinha dominando suas coleções em vestidos molengas mas que nessa temporada acontecem em peças mais rigidas e de corte mais simples. O melhor acontece nas peças em preto (80% da coleçã), e no corte e execução mais simplistas. Da imagem mais forte do desfile fica o casaco-casulo com gola rolê de caráter imponente. E que venham mais 25 anos!

Herve Leger by Max Azria 

 


Um dos hits da década passada, o vestido bandage tem na Herve Leger não só o status de criação mas também o peso de ter sido recriado pelo estilista que assumiu a marca nesse novo milênio. Max e Lubov Azria não ficaram só na mesmice e a prova disso é a coleção de inverno da marca que, sim, continua com vestidos nada democráticos e coladíssimos, porém exploram novos caminhos como nos efeitos gráficos
conseguidos pelas amarrações que imitam espartilhos e nas misturas de transparência + metálicos + recortes. Ainda que inspirados na onda esportiva a dupla de estilistas consegue driblar a mesmice. Todas as peças são sexy com materiais inusitados como o neoprene (na ótima jaqueta slim fit), e novas (mas nem tanto) idéias que só agregam como as aplicações de tiras nas saias e recortes trabalhados em calças e vestidos. Se depender da criatividade de seus estilistas a Herve Leger ainda vai ser ícone por muito tempo. 

Narciso Rodriguez

 


Narciso Rodriguez apresentou uma coleção das mais elaboradas e ainda assim de aspecto minimalista. Os vestidos, velhos conhecidos da clientela da marca, ganham versão ombré nas melhores versões da peça em cores como preto e laranja que se misturam sutilmente. Ainda no campo das boas idéias estão as assimetrias propostas pelo estilista em alças de vestidos que se desencontram e tecidos que acabam por criar um patch e vão se formando através da junção de materiais diferentes (seja nas cores, seja na composição).
Os casacos apesar de sisudos demais são ótimos, com cara de confortáveis e que esperam temperaturas negativas onde o melhor acontece quando o estilista se solta nas golas e aposta na rigidez da peça. 

Thakoon

 


Thakoon Panichgul solta as feras em coleção que brinca com texturas mil num acerto de mix bacana como os pêlos que acontecem adornando o capuz de um casaco em lã fria usado com uma calça de aspecto encerado. O estilista se vale desse artifício em quase toda a coleção e se dá bem justamente nesse quesito. Se a peça é lisa ele aproveita e cria novas texturas a partir de costuas criando babadinhos localizados. Da estética primeira-dama, acontecem poucos vestidos que passam batidos em meio a tantas informações de outros looks. Ainda que meio descoordenado o desfile que começa com uma estética mais esportiva, termina com peças mais românticas em vestidos mais leves com drapeados e estética ladylike moderna. Foi uma boa saída já que Thakoon atende uma clientela vasta desde sua colaboração com a gigante GAP. Ainda assim o estilista se sai melhor nas calças e bermudas mais largas em moletom fazendo sobreposição com meias opacas e fica menos meloso quando o romântico acontece inserido numa estética mais esportiva. Os casacos e cardigãs da marca são um dos melhores da temporada americana e tem tudo para virar hit imediato. 

Por André Chaves

Hoje Tem: Make 19/02/10

Na lista até 01h -> R$15
Na lista depois de 01h -> R$25
Fora da lista -> R$35

festamake@gmail.com

After -> R$25

Semana de Moda de NY – Parte 02 18/02/10

L.A.M.B.


O mais bacana da L.A.M.B. é que a marca tem a cara de sua dona, a cantora Gwen Stefani. Isso se faz presente nas misturas de estilo que acontecem na passarela. Militar, anos 50, boudoir se misturam numa estética street adquirida pelas sobreposições espertas e styling certeiro. A L.A.M.B. se sai melhor quando investe no militarismo das jaquetas de abotoamento duplo e nas misturas de texturas como metálicos, xadrezes e foscos. Ainda que com profusão de estilos que acabam por não se coordenar entre si a marca incita desejo no imaginário de suas consumidoras. Com uma boa estética street as peças mais largas e soltas são mais coerentes para o momento ficando as calças e as camisas com o posto de the best da apresentação. Vestidos mais curtos e justos poderiam ter sido melhor trabalhado. 

Carlos Miele

 


O brasileiro Carlos Miele apresenta o que sabe fazer de melhor: vestidos que nessa temporada são longos esvoaçantes ou curtos mais justos com recortes de cores otimistas. Além disso o estilista exercita em casacos mais pesados e calças em jeans de sua marca mais barata em denim 100% orgânico sua porção mais informal. Jaquetinhas mais curtas não conseguem superar o êxito dos vestidos em modelagens e idéias mil. Miele ainda se propõe a exercitar em pregas o lado que se assemelha ao arquitetural em suas construções. Dessa vez acontece de forma mais sutil e porém mais desejável. Para a noite vale o brilho seja nos tecidos acetinados seja nas peças paetizadas. Boa sacada do estilista foi a escolha do cós clochard em saias e calças que aderiu um ar mais despojado às peças. 

Halston


A Halston passou por muitas mudanças em sua direção criativa em pouco tempo desde seu regresso. Parece que agora a casa conseguiu atingir seus objetivos com essa coleção de inverno feita por Marios Schwab que se inspirou em um dos mitos de sua terra natal, a lenda de Diana, a caçadora. Muito das peças apresentadas parecem continuações da marca homônima apresentada pelo estilista em Londres. Vestidos mais curtos e rígidos com dragonas deslocadas além de recortes conseguidos através de construções meticulosas que se repuxam e se enlaçam formando um novo shape. Da estética da Halston saem os casacos com punhos e barras de pêlos além do corte em evasê. Da Grécia saem os vestidos drapeados e longos que acontecem sutil mostrando uma boa execução e adequação do estilista ao tema. Esses drapeados em muito lembram os caftans outrora já explorados pela marca porém em uma versão mais desejável. Foi um ótimo trabalho e fez jus ao que se esperava há algumas temporadas da Halston. 

Por André Chaves

Loco Dice + Luciano = Rio Music Conference 12/02/10

Ontem em mais um dia de verão maravilhoso na cidade, o Rio Music Conference na Marina da Glória ficou bem movimentado e o público encheu o auditório para assistir o painél sobre leis de incentivo com a Secretária de Cultura do Estado do Rio de Janeiro Mariana Varzea e os produtores Tadeus Mucelli e Alexei Michailowsky esclarecendo e debatendo algumas dificuldades, dúvidas e armadilhas em se produzir bons eventos com o apoio público e privado.


Outra ótima palestra que trocou de horário em momento ponte aérea e também lotou o auditório foi a Momento DJ mediada por Camilo Rocha e com mesa composta por Gabriel Gaiarsa (Clash Club), os DJs Maurício Lopes, Gui Boratto e a dupla Felguk. A ausência do DJ Magal e o atraso não atrapalharam as ótimas questões levantadas por Camilo e seus convidados, e também nas perguntas do público presente. Temas como a legalização da profissão, o avanço e uso dos equipamentos digitais, o profissionalismo dos DJs e produtores e principalmente a pesquisa de músicas fluiram muito bem e elucidaram muitas dúvidas.



Agora é hora de festa e até a terça profana a Marina da Glória se transforma no templo off da música eletrônica com ótimos DJs como já falado por aqui. A boa notícia é que tenho mais dois ingressos para domingo, um dos melhores dias de Carnaval na Babilônia e dia dos DJs Luciano, Loco Dice e os brazucas Renato Ratier, Renato Weiss, Maurício Lopes e projeções dos VJs Comparsas.

Para ganhar o convite basta responder com nome COMPLETO e e-mail para contato até 17h de sábado desde que ano o DJ Maurício Lopes é residente da festa Oops produzida por Patrícia Lobo que agita a cidade como mostra o post anterior? Bem fácil porque é carnaval e a folia não pode parar!

Por Jovian Vianna

MascarOops! 12/02/10

O melhor long set do Rio de Janeiro acontece na segunda (15), na Oops!! Baile de Máscaras com o DJ Maurício Lopes de meia noite às oito da manhã, sem parar e em nova locação Technofriends. O clube W te espera e você pode mandar seu nome para pattylobo@gmail.com até às 18h de segunda e pagar apenas R$25,00.

Oops!! Baile de Máscaras @ Clube W
Rua Paul Redfern, 37
R$40,00


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Segunda o Carnaval Dama de Ferro continua com a festa Segundrama com os DJs DJs Bernardo F., Antmaper e after RMC com RioNeurotic (Woo + Bluntzilla) e Gork. Na terça profana (16), rola a Request DJs Party com o time de DJs Juicy Groove (Nath Carreiro + Carol Legally), Winning Electro (Fred Marchetti + João Fernando), Electroholics (João Fernandes + Gustavo Rudge), Jack Hostel (Bernardo Campos + Pedro Mezzonato), Márcio Careca vs Soter Baroni, João Paulo vs Beto Pedroza e ainda after RMC com Alex Sander (KillaBeats Records/Berlin), André Araújo, Lypo e Raif. Tá bom pra você?

Por Jovian Vianna

Saia na Folia 12/02/10

Prada Inverno 2008 e as versões para o inverno 2010 de Jean Paul Gaultier, Alexander McQueen e Yves Saint Laurent

 

Uma das propostas mais difícies de acontecer no guarda-roupa masculino mas que já faz adeptos nas passarelas internacionais são as saias ( a idéia não é tão nova assim, no desfile do inverno de 2008 a Prada já havia caminhado por essa idéia em versão mais curta e feminina que não emplacou). Nesse inverno ela vem sobreposta a calças de shapes justos ou largos. Mas se assumir a saia não é seu forte Stefano Pilati trouxe uma boa solução para a Yves Saint Laurent com a camisaria mais comprida fazendo as vezes de saia sendo inteiriças ou recortadas numa espécie de franjas. Não seria o Carnaval o período perfeito para testar essa não tão nova peça no vestuário masculino, mas sem aquelas versões curtas e toscas de homens que se vestem de mulher só para curtir. Homem que usa saia ( ou até kilt ) prova que além de ser muito macho, tem a cabeça aberta e se garante no seu próprio estilo. Os escoceses que o digam! 

Por André Chaves

Carne Vale 2010 12/02/10

Mais um Carnaval no Rio de Janeiro e em 2010 o padrão não é simples e os blocos de rua da cidade maravilhosa correram para adequar tudo como manda o chefe. Com patrocínio e investimento surreal os tradicionais blocos que arrastam multidões pela cidade prometem desfiles inesquecíveis e alguns já deram partida na folia, como o Céu na Terra em Santa Teresa e o Cordão da Bola Preta.

A programação é enorme e variada e no Centro blocos como o Carioca da Gema, Cordão do Boi Tata, Aconteceu, Songoro Cosongo, Quizomba e Carmelitas são alguns dos mais indicados. Pela Zona Sul representam Empolga às 9, Simpatia é Quase Amor, Bangalafumenga, Rancho Flor do Sereno, Volta, Alice, Bloco Virtual e a clássica Banda de Ipanema. Temperatura elevada, mar e muito samba, maracatu, afoxé e tudo mais que pintar pela faixa de areia. Deixo essa lista como grade para o seu calendário da folia.

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Carnaval Off também é outro ponto que movimenta o Rio de Janeiro e eleva o patamar da cidade com grandes DJs e produtores conhecidos mundialmente tocando em festas e clubes que abrigam todos os gostos e públicos misturados em época de alta temporada na Babilônia. 

 

Hoje a festa Máxima traz duas atrações internacionais: os italianos Dany Verde e Phil Romano, além do residente Rafael Calvente e o DJ convidado Andre Garça. Esse ano a festa acontece no Centro de Convenções Sulamerica e parece ter acertado na locação bem localizada no furacão do babafá carnavalesco pertinho da avenida do samba. 

 

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Também hoje a festa Buati retorna ao inferninho Erótika na Prado Junior e a festa produzida pela dupla José Camarano e Marcelo Argento faz edição Golden Ball com sugestão de dress code alegorias e adereços. Plumas, paetes e muita montação no ouro com Marcelona e embalados na pista pelos DJs Gustavo Tatá, Johnny Luxo e Marcelo Rezende. 

 

Buati @ Erótika
Av Prado Junior, 63
Copacabana
Na lista amiga: R$35 até 01h e R$50 depois de 01h
Na Bilheteria: R$ 70,00 

 

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Flávio Ghidalevich ou Miss Playmobil vem com tudo para o Carnaval 2010, e presta homenagem mais que merecida para 3 eternas divas trash com a festa Divine que leva o público under de volta ao histórico Beco das Garrafas nesse sábado (13), reforçando o glamou das divas Laura de vision, Divine e Wilza Carla e para essa primeira edição escolheu como locação o também inferninho Don Juan, na Rua Duvivier em Copacabana. O line-up da noite mistura RJ-SP com Millos Kaiser, Miss Playmobil, Nepal, Badenov e Renato Weiss. 

 

Divine @ Don Juan
Rua Duvivier, 37
Copacabana
n style=”font-size:78%;”>
R$45 / LISTA R$20 até 2h / após R$25
door: Eduardo Laurino (SP)
lista em: lista@divine-club.com  

 

Domingo a folia continua e Miss Platmobil promove mais uma edição de Carnaval da festa Se Joga! no Dama de Ferro com fantasias mil e flyer denuncia bafo. O som conta com os DJs Pedro Zopelar, Bruno Mello, Márcio Vermelho (SP), Miss e Leopold acompanhado de dois bateristas de escola de samba e after sem hora para acabar com o mestre Maurício Lopes.
 

 


Se Joga! Dama de Ferro
Vinícius de Moraes, 288
Ipanema
R$50 / LISTA R$20 até 2h / após R$35
AFTER: 5am R$30
door: André Chaves
lista em: sejogaplaymobil@gmail.com

 

Segunda Miss Playmobil em parceria com o performer Leopold produz a primeira edição da festa CU. Bafo certo com convidados de honra, stripper girl, lives de Daniel Peixoto (Montage), Leopold e o canadense Bryan Van Dusen e ainda os DJs Márcio Vermelho (SP), Gustavo Tatá e Glaucia ++ (SP).

CU @ Studio Line
Rua: Alvaro Ramos,
Botafogo
R$45 / LISTA R$20 at é 2h
door: Lurdinha (A Volta!)
lista em: festacu@gmail.com 

 

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No Dama de Ferro hoje a folia off começa com a festa Daboom e muito shake e música boa com os DJs Pedro Piu, Rafael Droors, Ri
o Neurotic Bass e after com o DJ Nepal e Roots Rock Revolution. Sábado (13), dona Margareth volta em mais uma edição com os DJs Ricardo Estrella, Gui Rafi e Rodolfo Mello e after no comando de Rafael RM2 e Rodrigo Corrêia.
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Rosane Amaral continua com o duo de festas para o Carnaval com Pool Party (16), no Clube Internacional de Regatas com os DJs americanos Dave e Gerardo, Flávio Lima, Caca Werneck e Leo Valente e R: evolution (13), no Amarzém 4, no Cais do Porto com o também americano DJ Paulo.

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Domingo de Carnaval (14), a Fundição Progresso é a locação escolhida para a clássica edição da festa B.I.T.C.H* com os DJs Marcus Vinicius, Allan Natal (BH), Offer Nissim (TLV) e ainda o VJ Rodrigo Sucesso.

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Aliado a toda essa programação que ainda não está completa, o Rio Music Conference acontece durante o Carnaval na Marina da Glória com uma ótima programação e para o próximo post tenho mais dois convites para domingo, dia do DJ e produtor Loco Dice, o top Luciano e os brasileiros Maurício Lopes, Renato Ratier e Renato Weis.


Por Jovian Vianna

Semana de Moda de NY – Dia 01 12/02/10

BCBG Max Azria


O Casal Max e Lubov Azria conseguem a façanha de administrar três marcas e todas as três com elementos distintos entre si. Para o inverno da marca jovem, a BCBG Max Azria, a dupla investe numa silhueta mais simples, ainda repensam tempos de crises e calcam sua coleção em blocos de cores geométricos que ganham vestidos e camisas de shape mais soltos. Vale as sobreposições mais chiques propostas pela marca com segunda pele em tricô finíssimo. Brilhos ainda que mais discretos fazem tom sobre tom em tecido preto e a dupla aposta em amarrações e assimetrias nas barras das saias. É uma coleção mais forte e concisa que preza por elementos únicos porém intercambiáveis entre si. 

Por André Chaves

Mundo Fashion de luto por Alexander McQueen 11/02/10

Foi encontrado morto nesta quinta-feira (11/02) o estilista inglês Alexander McQueen, de 40 anos, em Londres. A causa da morte ainda não foi divulgada mas dizem que o estilista estava sofrendo com a morte de sua mãe na semana passada, tudo indica suicídio.

Alexander McQueen era indiscutivelmente um dos mais importantes estilistas dessa geração. Com formação na Central Saint Martins ele trabalhava como alfaiate quando foi descoberto ainda cursando a universidade pela stylist Isabella Blow ( que faleceu em 2007 e que rendeu uma homenagem do estilista à amiga em seu desfile do verão de 2008 ) em 1994. Daí a amizade entre os dois cresceu e Alexander passou a substituir John Galliano na criação da Givenchy em 1996. 

 

Em 2001 o estilista vende 51% das ações de sua marca homônima para o grupo Gucci e encerra assim a sua parceria com a marca francesa Givenchy focando em seu trabalho solo. As propostas de inverno 2010 de sua marca mais jovem, a McQ, seriam desfiladas amanhã (12/02) no M.A.C & Milk em Nova York porém essa foi cancelada devido a trágica notícia e em respeito à família. Ainda não há informações sobre o desfile da linha principal do estilista que aconteceria no mês que vem em Paris.

Quatro momentos da passarela de McQueen: verão 2010, inverno 2009, verão 2008 e inverno2007

Um talento como o do estilista é uma perda para o mundo da moda. Nada vai se comparar ao talento de Alexander McQueen e fica na cabeça de fashionistas as imagens incríveis que o estilista realizou no seu tempo de vida. E tempo, o estilista colaborava com a cantora Lady Gaga e muito da ousadia de seus looks da última coleção podem ser vistos no clipe de Bad Romance.

 

R.I.P


Por André Chaves

Olhos que brilham 11/02/10

Belezas cintilantes: Simone Nunes, Têca e Priscilla Darolt


Não é só nas roupas que o brilho acontece com tudo nesse inverno. Os olhos ganham atenção especial nas passarelas com purpurinas e glitters que abrem o olhar e atraem a atenção com seu brilho faiscante em cores como azul, dourado, prata e até em efeito furta cor. Além disso, achei digno postar algo desse tipo às vésperas do Carnaval. Quer época melhor para se jogar e até transformar possíveis exageros em festa? Marcas como Cantão, Têca, Simone Nunes e Priscilla Darolt adotaram o efeito na beleza de seus desfiles. O truque: se os olhos estão brilhando, a boca ganha efeito nude ( o rosinha bem claro também vale). Aposte!

Por André Chaves