AskTheDust

Ask The Dust - moda, cultura, comportamento

Na Estante 31/01/12

 

Fio a Fio - Gilda Chataignier

É um livro repleto de informações sobre os tecidos. Suas histórias e origens, seus processamentos técnicos, seus usos e costumes, o fascínio ou a surpresa de identificar uma textura, são pontuações importantes deste livro. O lado prático costura estética com comportamento e passa noções da arte de escolher tecidos diante de tendências profissionais ou desejos pessoais. Há indicações de quais os tecidos, cores e estampas eram utilizados em cada século da História da Moda. E muitos metros a mais. Uma viagem sobre o universo têxtil, guiada por Gilda Chataignier, uma jornalista que possui o tecido em seu DNA.

Fio a Fio – Tecidos, Moda e Linguagem

Gilda Chataignier

Editora: Estação das Letras

 

Inverno 2012: Impressões 30/01/12

O que nos reserva o inverno? Pois podemos sugerir que a temporada de desfiles não foi lá tão emocionante ou inventiva. O inverno brasileiro que não é tão rigoroso – e dessa vez nem tão impactante – sugere formas que já são velhas conhecidas – curtos, mídis, longos… – focando seus melhores momentos no uso dos materiais.

Estes sim apresentaram ótimos campos a serem estudados! Rendas, veludos, couros, acetinados, peles se misturam em looks ou numa mesma peça pontuada por recortes que aparecem dar o tom da temporada. Estes materiais também ganham processos têxteis próprios e um bom exemplo disso é a renda com banho de tinta dourada que dexa o tecido reluzente.

O brilho é uma parte importante da estação e não só acontece na versão paetizada batida, mas com recortes de couro ( e outros materiais ) em looks monocromáticos em preto com texturas diversas. O preto, símbolo do inverno, chega assim, pontuado por um zilhão de texturas tudo ao mesmo tempo.

O couro é peça chave e apareceu em diferentes cores e texturas que vão do preto ao vermelho, do fosco ao brilhoso. Aparecem em camisas, saias, calças e casacos. A veia metalizada também aparece aqui em jaquetinhas cropped que prometem ser hit e ganhar as ruas. Ao lado do couro estão os tricôs que variam em sua construção com pontos que vão dos mais finos aos mais grossos em fios de diferentes espessuras e shapes variados.

No corpo a atenção especial está nos ombros que além de detalhes de bordados ganham modelagens volumosas em mangas bem trabalhadas.

As marcas também apostaram no conforto do corpo e o que melhor sinaliza esse momento são os macacões espaçosos de viés esportivo ou a estética dos pijamas que aparecem aqui e ali trazendo uma vibe aconchegante. Nessa seara estão os acetinados que constroem os melhores conjuntinhos da temporada.

Não há muito a ser dito e o inverno se foca nas boas misturinhas de materiais e idéias para driblar o frio.

Os 10+ da temporada segundo o Ask The Dust:

- Coven

- Alexandre Herchcovitch

- Printing

- Gloria Coelho

- Cori

- Animale

- Reinaldo Lourenço

- Osklen

- Huis Clos

- Ellus

A vez de Beth Ditto 30/01/12

Beth Ditto para M.A.C.

Em junho desse ano, a M.A.C. apresentará uma nova linha de maquiagem assinada por Beth Ditto. Depois de Lady Gaga e Nicki Minaj, é a vez da cantora da banda Gossip colocar um pouco de sua excentricidade nos produtos da marca. Ainda não foram divulgados quais produtos farão parte, de fato, dessa nova coleção mas uma imagem surrealista da campanha já pipoca pela internet despertando a curiosidade. No Brasil a linha chega com um atraso entre os meses de agosto e setembro.

Quente do Inverno 30/01/12

Como driblar o frio com tantas opções de vestidos e saias curtinhas para o inverno? A Cantão saiu na frente e produziu em sua coleção meias 7/8 em lãs que vão fazer toda a diferença nessa temporada. O bacana é que a trama das meias em questão não obedecem uma estética “menininha” e acontecem de forma rústica em tons invernais, prontas para aquele ventinho frio que vem de baixo, sabe?

Campanhas Que Amamos 30/01/12

Versace

Verão 2012

Gisele Bundchen e Ryan Barrett

Fotos: Mert Alas e Marcus Piggott

Réu Confesso 25/01/12

Tim Maia – Vale Tudo, o Musical baseado no livro de Nelson Motta voltou ao Teatro João Caetano para uma temporada até o dia 26 de fevereiro, de quinta a sábado 20h e domingo 19h com ingressos entre R$50/90.

O Espetáculo já passou por dois grandes palcos da cidade (Carlos Gomes/Casa Grande), tem direção de João Fonseca e um elenco afinadíssimo de som e fúria com Tiago Abravanel, jovem que encara muito bem o papel, Reiner Tenente garantindo ótimas risadas do público e Isabela Bicalho…Todos os atores envolvidos interpretam de três a sete personagens, começando com os próprios pais do cantor até grandes nomes como Elis Regina, Carlos Imperial, Erasmo Carlos, Chico Buarque e Jorge ben Jor.

O que seria para mim uma quarta de jazz como outra qualquer, acabou começando como platéia na reestréia carioca – além do Rio de Janeiro e São Paulo, mais oito cidades poderão assistir essa bela homenagem – melhor ainda foi saber que era uma reestréia com um público mais popular (a galera era de Vila Kennedy), o que deixou o tom de emoção e alegria ainda maiores no ar do teatro, acredito que o brasileiro tem uma memória afetiva muito forte e pessoas como Tim Maia, que fizeram valer tudo (assim como Elis Regina); não poderiam ganhar uma homenagem mais inesquecível que essa. Antes de terminar a última música com a platéia totalmente em pé, fiquei no final do teatro observando as pessoas que choravam e cantavam tão alto e alegres que parecia realmente que o próprio Tim estava nos deixando naquele momento.

Um musical recheado de hits, citações em frases e standards do cantor que conta a trajetória desde a infância na Tijuca, quando era entregador de marmitas, até sua morte aos 55 anos em 1998. Lilian Valeska, Pedro Lima, Andreh Vieri, Bernardo La Roque, Evelyn Castro, Pablo Ascoli, Aline Wirley e Leticia Pedroza completam a escalação de atores, direção musical e arranjos de Alexandre Elias, Paulo César Medeiros na iluminação, figurinos de Rui Cortez e coreografia de Sueli Guerra.

#Sóchocolatejovens!

André Lima 24/01/12

Crítica em breve.

Amapô 24/01/12

Crítica em breve.

Alexandre Herchcovitch M 24/01/12

Crítica em breve.

Fernanda Yamamoto 24/01/12

Crítica em breve.

Neon 24/01/12

Crítica em breve.

Lino Villaventura 24/01/12

Crítica em breve.

João Pimenta 24/01/12

Crítica em breve.

Uma Raquel Davidowicz 24/01/12

Crítica em breve.

Maria Bonita 24/01/12

Danielle Jensen propõe uma expedição ao Norte no Brasil em um inverno pautado nas inovações têxteis. Um exemplo disso são as peças que tem cara de lã mas que na verdade parte de um fio escovado oito vezes para dar o aspecto felpudo.

As formas continuam as mesmas com shapes espaçosos em alfaiataria generosa que a Maria Bonita apresenta em bons paletós, calças e macacões. Vestidos de alça fininha ganham decotes reveladores ou aplicação de volumes numa espécie de bojo acoplado. A renda, na marca, tem motivos de peixes, bem bonitas construindo segunda pele e vestido mídi. A marca encerra com vestidos de seda rebordados por paetês em látex num precioso trabalho artesanal que tem seu auge nos módulos em canutilhos de metal que formam uma espécie de armadura em 3D em forma de blazer sobre vestido. O norte ainda é retratado pela estampa de paisagem paletó e camisa sem manga usadas com calça cropped. No que tange as belezas do Norte do país, a marca sobressai melhor na pesquisa de materiais e desenvolvimento têxtil o que não é de todo mal já que formata cada vez mais seu DNA coleção após coleção.

Gloria Coelho 24/01/12

O futurismo de Glória Coelho é norteado pela inspiração de formas nas décadas de 30, 50, 60 e 90. Junto a isto estão também vulcões e neutrinos que aparecem em estampas ou efeitos ópticos bem interessantes pontuados por cristais.

Na passarela tudo se traduziu a bons momentos de vestidos que misturam muitos elementos como transparência e brilho, de shape justo e comprimento curto. Dos anos 50 estão as saias de grandes pregas soltas. Gloria apresenta versões já conhecidas do DNA da marca evidente nos jabôs que arrematam camisas/vestidos, nas calças bicolor de shape justíssimo e nos casacos de caráter esportivo. Os ombros ganham destaque com um trabalho imponente de formas em corte arredondado. No final, uma série de longos ganham aplicação de pastilhas de cetim. É bem interessante o efeito óptico que Gloria estampa em vestidos como se fosse uma teia que vai se expandindo gradualmente, de perto é magnífico. Há boas coberturas, sobretudo nas pelerines que viram mangas longas sobrepostas aos vestidos ajustados.

Colcci 23/01/12

Crítica em breve.

Juliana Jabour 23/01/12

Crítica em breve.

FH por Fause Haten 22/01/12

Crítica em breve.

Jefferson Kulig 22/01/12

Crítica em breve.